Sinopse:
Que farei depois de te amar?

   Frederico e Paola. Dois caminhos que se cruzam. Ele acredita que o amor é como o vento: não há forma de provar que existe, a não ser pelo efeito que provoca no que toca. E ela, para quem o amor passou a ser uma ideia perdida dentro de si, à procura de uma janela para a liberdade.
   Conhecem-se porque o acaso conspirou para que se conhecessem, numa tarde quente em Lisboa. Carregam um passado, ele e ela. E há marcas, cicatrizes e amores que o tempo não apagou, nem pode apagar.
   São eles os dois e o mundo à sua volta. São eles os dois e o tempo que têm, vivido em cada minuto como se fosse o último, numa urgência crescente, assaltada por memórias que os manipulam.
   Sobre o Amor é o terceiro romance de Daniel Oliveira. Uma obra que nos fala do amor da conquista e da perda, do ciúme e da carência, da mágoa e do prazer. E de como a vida nos torna eternos a cada fracção de segundo.

Opinião:
   Quando vi a capa deste livro fiquei logo cativada por ele e, quando li a sinopse, soube que tinha de o ter na estante! Claro que o facto de ser escrito pelo Daniel Oliveira também contribuiu para a minha curiosidade, pois considero-o uma pessoa admirável.
   Nunca tinha lido nada escrito pelo Daniel, apesar de sempre ter tido imensa vontade de o fazer. Posto isto, fiquei extremamente contente quando a leYa me cedeu um exemplar deste livro! 
   Em primeiro lugar, além da capa, tenho que mencionar que adoro o interior do livro e a forma como este está organizado, sendo cativante e intrigante. É um exemplar com letra grande e margem largas, o que facilita imenso a leitura a quem possa ter mais dificuldades. 
   A escrita prende-nos totalmente, tendo por vezes um toque de filosofia e poesia que nos deixa inundados pela narrativa. Contudo, apesar deste estilo menos comum, é um livro de leitura super acessível onde não nos precisamos de esforçar para entender a narrativa de forma absoluta.
   A história é narrada pelos dois personagens principais, o que acaba por nos dar uma visão masculina e feminina da mesma. Começa de forma muito focada apenas nestes dois personagens, mas vai abrindo o caminho para que fiquemos a conhecer melhor as suas histórias e as pessoas que fazem parte delas.
   Existem várias referência cinematográficas, devido à história de vida do personagem masculino, que torna a leitura interessante para quem também tenha uma paixão pela sétima arte.
   Ao longo deste livro, podemos contar ainda com analogias aliciantes que nos deixam a reflectir sobre diversos temas. Pode observar-se também uma reflexão muito pertinente, e actual, ligada à era tecnológica e ao nosso apego à mesma. 
   Senti que este livro, aborda aqueles "acasos" engraçados de quando conhecemos alguém e parece que já o conhecemos há anos, ainda que só falemos com eles durante algumas horas, aquelas pessoas com quem se tem afinidade instantaneamente.
   É um livro que retrata o romance e o amor não de forma banal ou lamechas, mas antes de forma profunda e total, roçando quase um lado poético, sem ter medo de ser considerado utópico. 
   Daniel Oliveira, expõe sentimentos e pensamento através destes personagens, que muitos de nós sentimos e pensamos mas não temos coragem de os exprimir. É portanto, um livro profundo, com temas sérios mas nossos e tão reais e recorrentes que podia tratar-se da vida de qualquer um de nós.
   No meu caso, identifiquei-me imenso com algumas frases, analogias e expressões, chegando mesmo a pensar que poderiam ter sido escritas para reflectir a forma como penso ou sinto. Foi por isso, um livro que li em apenas um dia, fiquei completamente viciada nas palavras e não fui capaz de parar de ler sem descobrir o seu final.
   E já que falo em final, este é emocional e acaba por deixar tudo em aberto pois não é definitivo, nem cliché!
   Em suma, se pensam ler este livro podem contar com uma viagem repleta de emoções, palavras tocantes, vivências, reflexões e acontecimentos reais do dia-a-dia de qualquer pessoa. 
   Como mencionei no início, este foi o primeiro livro que li do Daniel Oliveira, não sei se os anteriores são melhores, iguais ou menos bons, mas sei, com toda a certeza, que esta não será a minha última leitura deste autor. 


Classificação:   

   Hoje trago-vos uma rubrica nova aqui no blog. Quem segue o blog desde o início, sabe que a dada altura eu escrevia opiniões sobre os filmes que via no cinema, e que realmente gosto muito do mundo da sétima arte. 
   Ontem, quando vos apresentei o meu ano de 2017 em filmes, mencionei que traria um novo post semanal ligado a esse tema e aqui está ele. A partir desta semana, vou trazer-vos todas as quintas-feiras um post com as estreias dessa semana. 
   É uma forma dos seguidores do blog, e até eu própria, estarmos mais atentos ao que vai sendo lançado neste âmbito, pois muitas vezes não temos oportunidade de consultar outros sites de forma regular. 
   Esta semana podemos então ver os seguintes filmes:

 
                         Bad Investigate                                                      Basmati Blues


 
                Chama-me Pelo Teu Nome                       Mudbound - As Lamas do Mississípi


   
            The Commuter - O Passageiro                                Uma Mulher Não Chora

    
   Se desejarem mais informações sobre algum dos filmes, cliquem nos respectivos títulos e serão redireccionados para a página de cada um deles.
   Das estreias desta semana, gostaria de poder ver no cinema o filme "The Commuter", com o Liam Neeson. É um actor que eu gosto e, apesar deste ser provavelmente mais um filme parecido a tantos outros, não consigo deixar de ter curiosidade em assistir aos filmes em que ele é o protagonista. 
   Espero que tenham gostado desta nova rubrica! Conto com a vossa opinião e também estou sempre curiosa para saber... o que gostariam de assistir no cinema esta semana?
   Até breve...

   Nos primeiros dias de 2018, fiz vários posts de retrospectiva do ano de 2017, principalmente a nível dos livros que li e dos desafios literários mas, como também adoro cinema, e assisto a filmes com muita frequência, decidi deixar-vos este post onde vos mostro o meu ano em filmes! 
   Neste post só vão constar os filmes que assisti no cinema, não irei colocar os que assisti em casa, ou seja, só estarão mesmo, contidos neste post, filmes que foram lançados em 2017.
   Não foi o ano em que fui mais vezes ao cinema pois esse título pertence ao ano de 2011, em que assisti a 45 filmes, mas ainda assim pude assistir a 28 filmes em 2017, menos 3 do que em 2016. Este ano que passou acabei por não escrever nenhuma opinião no blog, relativamente a filmes, mas espero melhorar esse aspecto agora em 2018! E também estou a pensar num novo post semanal, relacionado com esta temática, que ficarão a conhecer muito brevemente. 
      Deixo-vos então mais abaixo a lista dos 28 filmes que me levaram ao cinema em 2017. Para mais informações sobre cada filme podem carregar nos respectivos títulos.

  1. Passageiros
  2. Assassin’s Creed
  3. xXx: O Regresso de Xander Cage 
  4. Resident Evil: Capítulo Final 
  5. As Cinquenta Sombras Mais Negras 
  6. A Grande Muralha
  7. John Wick 2
  8. Kong: Ilha da Caveira 
  9. A Bela e o Monstro 
  10. Velocidade Furiosa 8 
  11. Rei Artur: A Lenda da Espada 
  12. Alien: Covenant 
  13. Piratas das Caraíbas: Homens Mortos Não Contam Histórias 
  14. Mulher-Maravilha 
  15. A Múmia 
  16. Girls Night 
  17. Homem-Aranha: Regresso a Casa 
  18. Planeta dos Macacos: A Guerra 
  19. Baywatch: Marés Vivas
  20. A Torre Negra 
  21. Barry Seal: Traficante Americano 
  22. It 
  23. Kingsman: O Círculo Dourado
  24. Geostorm: Ameaça Global 
  25. Thor: Ragnarok 
  26. Liga da Justiça 
  27. Star Wars: Os Últimos Jedi 
  28. Jumanji: Bem-vindos à Selva 
   De todos estes filmes, apesar de ter adorado vários, escolho como filmes do ano - "A Bela e o Monstro" e "Mulher-Maravilha". São dois filmes maravilhosos que não poderia deixar de vos incentivar a ver, caso ainda não o tenham feito.
   E vocês? Como foi o vosso 2017 em filmes? Tiveram oportunidade de ver algum desta lista? Gostariam de ter visto? Contem-me tudo nos comentários.
   Até breve...  
Ano de Edição / Impressão / 2018
Número Páginas / 552 
Dimensões / 235 x 36 x 157 mm

Um amor escaldante, mas proibido, ameaça dividir a Irmandade da Adaga Negra. 

   Xcor, líder do Bando de Bastardos, condenado por traição contra o Rei Cego, arrisca-se a enfrentar um interrogatório brutal e uma morte angustiante às mãos da Irmandade da Adaga Negra. Mas depois de uma vida marcada pela crueldade e pelos actos maléficos, ele aceita o destino que o mister de guerreiro lhe trouxe. 
   Lamenta apenas a perda da fêmea sagrada que nunca foi sua: a Escolhida Layla. Só Layla está na posse da verdade que poderá salvar a vida de Xcor. Mas a revelação do sacrifício e da ascendência oculta do macho irá expô-los a ambos e destruir tudo o que Layla mais estima – incluindo o papel de mãe dos seus gémeos adorados. Dividida entre o amor e a lealdade, ela terá de ganhar coragem para enfrentar a única família que tem para defender o único homem que alguma vez amará. Todavia, mesmo que Xcor consiga o perdão, ele e Layla terão de enfrentar um desafio ainda maior: ultrapassar o fosso que separa os seus mundos, sem com isso abrir caminho para um futuro com ainda mais guerra, sofrimento e morte. A par do regresso a Caldwell de um antigo inimigo e da revelação da identidade de uma nova deidade, nada é seguro ou garantido no mundo da Irmandade da Adaga Negra, nem sequer o verdadeiro amor... ou os destinos que pareciam há muito decididos.

J. R. WARD

   J. R. Ward vive no Sul dos Estados Unidos, com o seu marido incrivelmente generoso e o seu amado golden retriever. Depois de se ter formado em Direito, começou a sua vida profissional na área da saúde, em Boston, tendo passado muitos anos como chefe de equipa de um dos centros clínicos do país. A escrita foi sempre a sua paixão, e a sua ideia de Céu é um dia inteiro com mais nada além do seu computador, o seu cão e a caneca de café. 



   Quem segue o blog já sabe que sou super fã desta escritora e adoro esta saga. Estou mesmo super ansiosa para ter este livro nas minhas mãos e devorá-lo o mais rápido possível! Mais alguém segue esta saga ou aprecia a escrita da J. R Ward? Contem-me tudo nos comentários! 
   Até breve...